De minha autoria....
Muralha (Maio/2009)
Cacos de vidros destroem minh’alma
Levam-me a um mundo onde não vivo
Percebo o quanto fui tolo sob palmas
Financio todo o meu sofrimento
Impuro, vil, um tormento
Essas horas vejo o quanto sou forte
Torne-me intacto, racional, busco meu norte
Sempre quis entender, me dar de bandeja
Me retrato, tomo um banho de nobreza
Sob a mesa, pétalas de indelicadeza
Imaturidade, palavra forte essa
Usada por diversas vezes sem pensar
A criança não é aquela que começa
Também não é a que quer receber, mas nunca dar
È aquela em que compaixão, não se interessa
Grande homem reside naquele
Que mesmo que lhe atirem pedras
Sabe resgata-las para que ele
Nunca se esqueça das pessoas que atingiu
E se acusado, mesmo sem ferir
E se réu tornou-se, mesmo com o perdão
Conheça a muralha que quer construir
Com grãos de areia, instável será
Com pedras de rua, não suportará o viés
Com o concreto macio, duro permanecerá
Com tijolos laranjas, o enjôo virá com o stress
Com aço inox, condenado a prisão se verá
Contudo,
Com sentimentos arraigados
Com esperanças desesperançadas
Com a emoção sob fiapos
Com a visão cegada, destroncada
Só se pode esperar uma pessoa fracassada
Por entre os galhos da estrada
Sem rumo, sem vida, sem nada
É necessário desfazer-se do lixo
Homem providenciar-se
Garantir a melhor felicidade, bicho
Em prol da vida evidenciar-se
Tratar os outros com dignidade
Fazer-se respeitar por sua visão
Viver seus valores com vivacidade
Ao próximo retratar-se como são
Levam-me a um mundo onde não vivo
Percebo o quanto fui tolo sob palmas
Financio todo o meu sofrimento
Impuro, vil, um tormento
Essas horas vejo o quanto sou forte
Torne-me intacto, racional, busco meu norte
Sempre quis entender, me dar de bandeja
Me retrato, tomo um banho de nobreza
Sob a mesa, pétalas de indelicadeza
Imaturidade, palavra forte essa
Usada por diversas vezes sem pensar
A criança não é aquela que começa
Também não é a que quer receber, mas nunca dar
È aquela em que compaixão, não se interessa
Grande homem reside naquele
Que mesmo que lhe atirem pedras
Sabe resgata-las para que ele
Nunca se esqueça das pessoas que atingiu
E se acusado, mesmo sem ferir
E se réu tornou-se, mesmo com o perdão
Conheça a muralha que quer construir
Com grãos de areia, instável será
Com pedras de rua, não suportará o viés
Com o concreto macio, duro permanecerá
Com tijolos laranjas, o enjôo virá com o stress
Com aço inox, condenado a prisão se verá
Contudo,
Com sentimentos arraigados
Com esperanças desesperançadas
Com a emoção sob fiapos
Com a visão cegada, destroncada
Só se pode esperar uma pessoa fracassada
Por entre os galhos da estrada
Sem rumo, sem vida, sem nada
É necessário desfazer-se do lixo
Homem providenciar-se
Garantir a melhor felicidade, bicho
Em prol da vida evidenciar-se
Tratar os outros com dignidade
Fazer-se respeitar por sua visão
Viver seus valores com vivacidade
Ao próximo retratar-se como são
Bjusss

Nada como uma mente livre pra escrever algo assim.
ResponderExcluirNão esperava outras palavras de vc querido.
Parabéns pelo lindo post...